quinta-feira, 6 de março de 2014

A FRUTA DO SÉCULO: MANÁ-CUBIU

                                                            CUBIU

Fruta nativa da Amazônia Ocidental, Maná-cubiu vem sendo estudado há 18 anos pelos cientistas e pesquisadores Dr. Danilo Fernandes da Silva e Dra. Lucia K. Yuyama, e há 25 anos pelo INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia.



Por conter um alto teor de niacina ( vitamina B-3) pode ser considerada uma fruta medicinal pois combate fortemente o colesterol, triglicerídeos, anemia, diabetes, pressão alta, enxaqueca, depressão, ácido úrico, além de ser digestivo, diurético e tônico sexual.
Além da niancina o mana- cubiu é muito rico em fibras, fósforo, vitamina C, pectina que combate a diabetes.
A falta de niancina pode causar mundanças negativas na personalidade. A necessidade diária recomendada para adultos, de acordo com o Conselho Nacional de Pesquisas dos EUA é de 13 à 19mg. Essencial para a síntese dos hormônios sexuais (estrógeno, progesterona, e testosterona) bem como da cortisona, tiroxina e insulina. Necessária para um sistema nervoso saudável e para as funções cerebrais.
Nutrientes: contém alto teor de vitaminas A e C, fósforo e ferro, além de flavonóides, alcalóides e fitoesteróides, alguns recém descobertos pela ciência.
Propriedades Medicinais:
·         Purifica o sangue;
·         Diminui a albumina dos rins;
·         Fortifica os nervos ópticos;
·         Limpa as cataratas;
·         Alivia problemas da garganta;
·         Controla as amibiasis;
·         Coadjuvante no tratamento do carcinoma de próstata e colesterol elevado;
·         Estimulante do sistema imunológico.
Recentemente cientistas da fundação Oswaldo Cruz do Ceará descobriram uma substância chamada “physalina” que atua no sistema imunológico humano evitando a rejeição de órgãos transplantados, a Fio Cruz e seus cientistas estão requerendo a patente desta descoberta.
Combate as seguintes doenças:
·         Diabetes;
·         Reumatismo Crônico;
·         Doenças de Pele;
·         Bexiga, rins e fígado;
·         Efeito anti- viral contra o vírus da gripe.


Fonte: Solanum Sessiliflorum

Marileia Ragone-nutricionista clínica funcional

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

OS DIFERENTES TIPOS DE AÇÚCARES E SUAS UTILIZAÇÕES.

         O açúcar é um termo genérico para carboidratos cristalizados comestíveis, principalmente sacarose, lactose e frutose. Especificamente, monossacarídeos e oligossacarídeos pequenos. A principal característica é o seu sabor adocicado.
         
        Açúcar refinado: é o açúcar branco, ou açúcar de mesa, é a sacarose que é obtida através de um processo de purificação ou refinamento do açúcar da cana. É o tipo de açúcar mais consumido no mundo, e por ser muito processado acaba perdendo todas as vitaminas e minerais, resultando apenas em “calorias vazias”. 

       Açúcar mascavo: é feito do caldo de cana recém extraído, o que torna o seu gosto parecido com o da cana. Ele não passa pelo processo de branqueamento, o que torna desnecessário o uso de aditivos químicos. Apresenta maior quantidade de cálcio, magnésio, fósforo e potássio, e discretos teores diminuídos em calorias e carboidratos. Seu benefício é o de ter vários nutrientes que favorecem o organismo.

      Açúcar demerara é obtido por um leve processo de purificação do açúcar da cana, porém não recebe aditivos químicos como o açúcar refinado. Mantém teores de minerais da cana semelhante ao açúcar mascavo.

     Açúcar cristal: é muito utilizado no preparo de doces, passa por um processo de refinamento em que se perdem 90% dos sais minerais, ou seja, não é o mais indicado, mesmo sendo orgânico. 

    Frutose: é um açúcar extraído da fruta e do milho e tem o poder adoçante superior em 30 vezes ao da sacarose.

    O mel é um alimento que apresenta uma alta concentração de frutose, por isso é considerado um adoçante natural. Seria uma possível substituta da glicose na dieta de diabéticos, já que a frutose não requer insulina para ser absorvida pelo organismo, no entanto, ela é absorvida muito rapidamente e isso prejudica muito o organismo. Deve-se tomar um cuidado extra com o uso da frutose para quem tem aumento de triglicerídeos.]

     O xarope de agave é um adoçante natural obtido através de uma planta mexicana, apresenta poder adoçante 3 vezes maior que o açúcar de mesa, ou seja, a sacarose, e ainda possuí baixo índice glicêmico, não promovendo um pico de glicose sanguínea. É rico em minerais como ferro, cálcio, potássio e magnésio, e é menos viscoso que o mel, sendo dissolvido mais facilmente. Mas deve-se tomar o mesmo cuidado com a frutose. 

    Stévia é um adoçante produzido a partir de uma planta, e em pó, que é a forma mais comumente comercializada, seu poder adoçante pode chegar a ser de 70 a 400 vezes superior ao açúcar branco. Dentre seus benefícios destaque-se não conter calorias, a inibição da formação de cáries dentais, e ainda pode ser usada para fins culinários. Tem um gosto residual um pouco amargo, mas é o único indicado para grávidas e crianças. 

     A sucralose é um adoçante produzido a partir da cana de açúcar e apresenta poder adoçante 600 vezes maior que o açúcar comum. Não contém calorias, e pode ser usado como açúcar sem perder a similaridade com o mesmo até em altas temperaturas. É aprovado para o uso de gestante, mas como tem cloro na composição, compete com o iodo e prejudica quem tem problema de baixa função na tireóide, o hipotiroidismo. Além disso, ao logo do tempo, pode causar hipotiroidismo subclínico, ou seja, o excesso de uso desse adoçante pode causar sintomas de hipotiroidismo ou prejudicar a função da tireóide. 

   O mel é um alimento natural, feito por abelhas a partir de néctar de flores e/ou exsudatos sacarínicos de plantas. É composto por 43% em média de frutose. É um alimento rico em minerais como selênio, manganês, zinco, cromo, alumínio. Por ser rapidamente absorvido não possibilita o ataque de bactérias intestinais, desta maneira, não forma grandes quantidades de gases e não gera cólicas em crianças. Já o melado é obtido pela evaporação do caldo de cana, ou a partir da rapadura, pode ser definido como xarope de caldo de cana. Seu uso é indicado em casos de anemia e prisão de ventre, e beneficia o crescimento de ossos e dentes, pois é riquíssimo em vitaminas e sais minerais. É um alimento completo e muito nutritivo. Porém não é indicado seu consumo para bebês até 1 ano de vida. 

    Os Adoçantes Artificiais (aspartame, ciclamato): são produtos químicos que também servem para adoçar e que geralmente vem do petróleo ou de alguma reação química. Não existem estudos que comprovem a ocorrência de câncer, mas seu uso não pode ser indiscriminado como vemos nos dias de hoje. O adoçante, por ser um produto químico, faz nosso organismo stressar e liberar cortisol e o que acontece é o seguinte: o excesso de açúcar no organismo é um tipo de stress, e toda vez que o organismo stressa libera um hormônio protetor, que é o cortisol. O problema é que quando há cortisol em grande quantidade há o aumento da gordura corporal. Por isso acumulamos tanta gordura sem motivo aparente. Outro problema é que as nossas células não reconhecem o adoçante como glicose. Por não ocorrer esse reconhecimento pelo organismo, na próxima refeição haverá um aumento na ingestão de carboidratos como: pão, macarrão, bolachas, ou seja, a pessoa acaba comendo mais do que deveria sem necessidade. 

 O que o excesso de açúcar pode causar?

      O excesso pode causar: diabetes, esteatose hepática não alcoólica (fígado gorduroso sem a presença de álcool), falência do pâncreas e consequentemente falta de insulina , resistência à insulina, excesso de cortisol, acelera o envelhecimento por excesso de radical livre, fermenta o sistema digestivo produzindo gases e má digestão, atrapalhando a absorção de nutrientes, (podendo agravar queda de cabelo, unhas fracas, infertilidade), e por fim aumenta a acidificação do sangue, podendo gerar várias doenças.

 Informações nutricionais
 Açúcar granulado 
 Quantidade por 100 gramas 
 Calorias 387 Lípido 0 g Gordura saturada 0 g Gordura poliinsaturada 0 g Gordura monoinsaturada 0 g Colesterol 0 mg Sódio 1 mg Potássio 2 mg Carboidrato 100 g Fibra dietética 0 g Açúcar 100 g Proteína 0 g Vitamina A 0 IU Vitamina C 0 mg Cálcio 1 mg Ferro 0 mg Vitamina D 0 IU Vitamina B6 0 mg Vitamina B12 0 µg Magnésio 0 mg

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Arrasando com Roupas de Academia

Nos dias de hoje ir à academia é uma rotina diária de boa parte das pessoas, inclusive de muitas mulheres. Afinal, quem não quer ter um corpo perfeito?
Quando falamos em ir à academia muitas mulheres logo pensam naquela calça azul escura ou preta sem graça e uma camisa de malha branca bem comprida.

Mas será que para ter um corpo bonito é preciso vestir roupas tão desconfortáveis assim?
A resposta é não.
Esqueça aquela velha camisa de malha ou moletom comprida, pois além de desconfortável, elas com certeza vão atrapalhar o seu treino.
Esse tipo de roupa não é recomendável para malhar, pois a nossa pele precisa respirar e se estiver tão coberta assim, além de se sentir dentro de um forno, isso só vai te prejudicar.

O que usar então?
É possível encontrar diversos tipos de roupa fitness hoje em dia e é também possível montar vários looks diferentes.
Existem lindos modelos de macaquinhos, shortinhos, calças, regatas, tops e outros.
Para aquelas que davam a desculpa de que usava blusa grande para cobrir o bumbum, existem também calças e shortinhos com tapa bumbum.
São lindos e tem modelos para todos os gostos. Alguns cobrem só a parte de trás e outros parecem um tipo de saia curta que fica por cima da calça ou short.
Também tem tapa bumbum que é só você prender na cintura e pronto! Confira alguns exemplos:

 
www.kaisan.com.br

Na foto acima temos algumas peças da kaisan como o macacão e o macaquinho com estampa de Floresta, e folhagens coloridas, que nunca sai de moda, temos também a legging com saia que não marca e é super confortável, e também o shortinho de sainha, que é novidade e está super elegante!

Escolhendo a Roupa
É muito importante que você escolha o tipo de roupa que além de permitir que você se movimente bem, seja confortável para você. Não é legal malhar se preocupando se algo está aparecendo ou tendo que arrumar algo toda hora. Como eu disse antes, existem vários tipos de roupas e você deve escolher a que mais gostar.

Cores e Estampas
Use as cores e as estampas a seu favor. Lembra daquela antiga regra de que branco aumenta e preto diminui? Ela ainda existe. Se quer parecer ter um busto maior você pode usar um top de cor clara por exemplo. Macacões de cores claras ajudam a modelar o corpo  e a dar uma silhueta mais bonita.
Mas se o seu objetivo é parecer mais magra, você pode usar um macacão ou outra roupa de cor escura como preto ou cinza.
Existem também as calças leggins e algumas tem cintura alta. Você quer disfarçar aquela barriguinha? Essa é a melhor escolha.
Você também pode usar e abusar das estampas! A regra é parecida com a das cores: estampas grandes aumentam e estampas pequenas diminuem.
Você também pode combinar a cor da regata ou top com a cor da estampa da calça ou short ou fazer o oposto: combinar a cor da calça com a estampa da camiseta. Já o top pode ser usado sozinho ou com uma regata por cima.

Quem vai a academia quer cuidar de sua aparência e sua saúde, e se vestir bem vai fazer você ter mais ânimo para alcançar os resultados, não é verdade?!

Então vamos lá, com muita Disposição e Elegância! 

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Saiba mais sobre o noni, o fruto proibido pela AVISA que é moda na internet

Apesar de diversos sites garantirem os benefícios do noni a agência cita casos de efeitos colaterais sérios

Saiba mais sobre o noni, o fruto proibido pela Anvisa que é moda na internet stock.schng/Divulgação
Apesar de diversos sites garantirem seus benefícios, há suspeita de que o noni desencadeie hepatite e hepatotoxicidadeFoto: stock.schng / Divulgação
Enviar para um amigoA Morinda citrifolia,  mais conhecida como noni, é o centro de uma polêmica. Originário do sudeste asiático, o fruto amarelado, com cheiro estranho (em alguns lugares, é chamado de fruta de queijo ou fruta de vômito, devido ao odor) e gosto ruim, não é muito conhecido no Brasil, mas bastante popular na Ásia e nas ilhas do Oceano Pacífico. As principais formas de consumo são o suco de noni, as sementes da fruta assadas, o chá das folhas e o extrato em cápsulas — embora os aborígenes australianos prefiram consumi-la crua com sal.
Apesar de alardeado como dono de mais de 101 aplicações medicinais — entre elas, ação anti-inflamatória e antioxidante, melhora do sistema digestivo, e até a cura do câncer —, o alimento é proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo o órgão, as poucas informações e os estudos toxicológicos disponíveis até o momento são insuficientes para um consumo seguro. Os testes foram realizados somente em ratos. "Com o intuito de proteger e promover a saúde da população, os produtos contendo noni não devem ser comercializados no Brasil como alimento até que os requisitos legais que exigem a comprovação de sua segurança de uso sejam atendidos", diz o informe.


Apesar de diversos sites na internet garantirem os benefícios do noni — com direito a depoimentos de pessoas cujos males supostamente regrediram com o uso —, a agência cita casos de efeitos colaterais sérios. Por exemplo, há suspeita de que o fruto desencadeie hepatite e hepatotoxicidade.   Os problemas hepáticos ocorrem porque o fígado é a porta de entrada de qualquer substância no organismo, funcionando como um filtro. Como não há pesquisas conclusivas, não se pode dizer com certeza se a causa do fenômeno é a composição nutricional da fruta ou a ingestão exagerada — a recomendação é de, no máximo, 30ml do suco por dia. Ou seja, menos do que uma xícara de café.



É verdade que existem alguns artigos científicos comprovando os efeitos do noni. A maioria vem de países asiáticos e é escrita a partir do uso feito por consumidores regulares — em geral, incrivelmente longevos. É a chamada medicina baseada em evidências.



— Mas a população asiática tem um estilo de vida completamente diferente do do homem ocidental, cultural e nutricionalmente falando. Não se pode atribuir a longevidade só ao noni, há outros fatores envolvidos. Por isso, não se aceitam esses estudos como base.



Sob suspeita até segunda ordem



Defensores do noni alegam que a fruta é rica em proxeronina mas não há testes que provem a presença ou a função real da substância no organismo. Outra alegação é que é rica em anti oxidantes, substâncias capazes de combater os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento.



— A fruta é muito nutritiva, e contém mesmo antioxidantes. O problema é que as pessoas acham que os antioxidantes são a solução contra o envelhecimento. Os radicais livres vão surgindo ao longo da vida, não é tão simples erradicá-los. Não há a comprovação científica dos polifenois que dizem existir no noni — alerta a nutricionista Juliana Toledo.



Ela conta que alguns produtos derivados do noni continuam sendo comercializados sob a alegação de que estariam protegidos pela Resolução nº 27/2010 da Avisa, que isenta alguns alimentos de registro. Porém os fabricantes não podem rotular suas embalagens sem o conhecimento do órgão — e o moni se encaixa como "alimentos com alegações de propriedade funcional e/ou de saúde", que precisam de registro.



— Os produtos acabam sendo vendidos em feiras e farmácias de forma ilegal, enganando o consumidor — alerta.



Apesar da proibição, não é difícil encontrar produtos derivados do noni. Em busca rápida na internet, quatro sites de venda aparecem logo na primeira página, oferecendo sucos, chás, cápsulas e até mudas da planta.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

A IMPORTÂNCIA DA VITAMINA D.


       A vitamina D e seus pró-hormônios têm sido alvo de um número crescente de pesquisas nos últimos anos, demonstrando sua função além do metabolismo do cálcio e da formação óssea, incluindo sua interação com o sistema imunológico, o que não é uma surpresa, tendo em vista a expressão do receptor de vitamina D em uma ampla variedade de tecidos corporais como cérebro, coração, pele, intestino, gônadas, próstata, mamas e células imunológicas, além de ossos, rins e paratireoides.
Baixos níveis séricos de vitamina D podem, ainda, estar relacionados com outros fatores como diminuição da capacidade física, menor exposição ao sol, maior frequência de polimorfismos nos genes do RVD, efeito colateral de medicamentos, além de fatores nutricionais.

Deficiência de vitamina D
      A deficiência de vitamina D pode ser decorrência de ingestão inadequada com exposição insuficiente à luz solar, desordens que limitam sua absorção, condições que dificultam a conversão de vitamina D em metabólitos ativos, ou raramente por desordens hereditárias. Deficiência de vitamina D resulta em prejuízo da mineralização óssea e ocasiona doenças nos ossos ---raquitismo em crianças e osteomalacia em adultos --- e possivelmente contribui para a osteoporose.

Doenças causadas pela deficiência de vitamina D
       A deficiência de vitamina D pode causar várias doenças dos ossos como:
* Raquitismo - doença infantil caracterizada pelo crescimento impedido e deformidade dos ossos longos.

* Osteomalacia - desordem que enfraquece os ossos e ocorre exclusivamente em adultos caracterizada pela fraqueza muscular proximal e fragilidade óssea.

* Osteoporose - condição caracterizada pela redução da densidade mineral dos ossos e fragilidade óssea.
  
 *  Doença inflamatória intestinal (DII) - as DII (colite ulcerativa e doença de Crohn) são doenças imunomediadas, cuja fisiopatologia envolve também a participação de células Th1, com produção de IL-2, TNF-a e IFN-γ. Níveis séricos diminuídos de 25(OH)D têm sido descritos nas DII. Estudo realizado por Jahnsen et al.39 encontrou deficiência de vitamina D em 27% dos pacientes com doença de Crohn e 15% dos com colite ulcerativa.
 Entre outras, que também pode ter ligação com aumento da susceptibilidade a várias doenças e condições crônicas como tuberculose, pressão alta, câncer, esclerose múltipla, depressão, esquizofrenia.

TOXICIDADE DA VITAMINA D
Os níveis de concentração de vitamina D em cápsulas dependendo da dosagem e alimentos são muito pequenos para causar toxidade em adultos. A maior parte de casos de excesso de vitamina D ocorreram devido a acidentes manufatureiros e industriais. A exposição ao sol por longos períodos não causa excesso de vitamina D. 
Alguns sintomas de intoxicação por vitamina D são resultado de hipercalcemia  (nível elevado de cálcio no sangue) causada pelo aumento da absorção de cálcio pelo intestino. Intoxicação por vitamina D pode causar pressão alta, perda de apetite, náusea e vômito. Esses sintomas geralmente são seguidos por produção excessiva de urina, sede elevada, fraqueza, nervosismo e eventualmente insuficiência renal. O tratamento para intoxicação por vitamina D inclui descontinuar a suplementação vitamínica e restringir a ingestão de cálcio. Essa  tem uma ação primordial, que é de absorver o cálcio e o fósforo, além de manter o nosso sistema nervoso em ordem, regulando a nossa pressão arterial
A vitamina D, também inibe a proliferação das células cancerosas, fortalecendo o nosso sistema imunológico. Uma das formas de se obter esse nutriente, é acrescentando na sua alimentação: sardinha, salmão, óleo de fígado de peixe, gema de ovo, atum, bagre, cavalinha, cogumelos entre outros. 
 Para que essa vitamina alcance todo o seu poder no nosso organismo, é necessário que se tome 15 minutos de sol por dia  no horário de meio dia e sem protetor solar. A falta dessa é extremamente preocupante, desde a infância, até a idade adulta, principalmente com os idosos. O organismo fica com baixa imunidade podendo causar as doenças acima citadas.
 A vitamina D  divide-se em duas formas, as quais devem caminhar juntas,: D2 e D3, sendo que esta última é que vai fixar a vitamina no organismo, através do sol de meio dia 15 min e sem protetor solar..
A nossa preocupação não deve ser só com a vitamina D, porque quando temos uma alimentação saudável e variada com peixes, carnes magras, ovos, feijões, cereais, frutas, vegetais e legumes e banho de sol regular, podemos ficar tranquilos, porque a nossa saúde está em ordem.
        Enfim, a natureza nos apresenta uma infinidade de alimentos atraentes, saborosos e com todos os nutrientes que o nosso organismo precisa para se manter com muita saúde.
O que precisamos é ficar atentos para comer de tudo, variando sempre, pois só assim vamos conseguir ingerir todas as vitaminas necessárias para o fortalecimento do nosso organismo. 

                                                                                      MARILEIA RAGONE
                                                                       NUTRICIONISTA CLÍNICA FUNCIONAL

domingo, 8 de julho de 2012

O poder da castanha do Pará


A castanha-do-pará, ou castanha-do-brasil é a semente da castanheira-do-pará (Bertholletia excelsa) uma árvore da família botânica Lecythidaceae, nativa emergente da Floresta Amazônica.
Uma  castanha por dia, não mais do que isso, garante as doses de selênio de que seu corpo precisa para preservar cada célula, colocar para fora possíveis substâncias tóxicas,  com isso viver mais e com maior qualidade de vida. Uma unidade da nossa castanha  é possível encontrar  de 200 a 400 microgramas de selênio.  Aliás, o limite de consumo diário do mineral é de 400 microgramas, portanto, não vá com muita fome ao pote. No caso de uma criança, meia  castanha seria suficiente. É um fruto com alto teor calórico e proteico, além do selênio que combate os radicais livres e muitos estudos o recomendam para a prevenção do câncer (cancro). Algumas pesquisas indicaram que o consumo de selênio está relacionado também com uma redução no risco de câncer de próstata.
          Valor calórico em média de uma castanhas-do-pará é de 25 calorias. Possuem 18% de proteína, 13% de carboidratos e 69% de gordura. A proporção de gorduras é de aproximadamente 25% de gorduras saturadas, 41% de monoinsaturadas e 34% de poli-insaturadas (gorduras boas).  Possuem um gosto um tanto terroso, muito apreciado em vários países. Castanhas-do-pará  após retiradas de suas cascas tornam-se rançosas rapidamente, por isso não compre em grandes quantidades, elas também podem ser esmagadas para se obter óleo.   
            Além do selênio que é um antioxidante essencial para acionar enzimas que combatem os radicais livres,  a pesquisadora neozelandesa que investigou suas propriedades e concluiu que o  selênio se liga a algumas proteínas já existentes em nosso corpo para formar essas enzimas antioxidantes,. Na ausência dele, as tais enzimas ficam sem atividade e, então, deixam de combater os radicais e ainda diminuem as defesas do organismo.      
O mineral da castanha também teria um papel especial na proteção do cérebro, é que, com essa capacidade inibir a formação de radicais livres, as células nervosas seriam preservadas, evitando o surgimento de doenças neurodegenerativas  com a idade. Justamente por isso, há pesquisas sobre os possíveis benefícios do selênio em portadores do mal de Alzheimer. Nutricionistas desconfiam que nesses pacientes os radicais façam maiores estragos.
A tireoide também funciona melhor na presença do selênio. Isso porque, se não houver esse elemento, ela não consegue produzir direito seus  hormônios. O mineral também está intimamente associado à capacidade de o organismo se livrar de substâncias tóxicas, ajudando-o inclusive a expulsar possíveis metais pesados que se alojam nas células. 
      Embora a quantidade de selênio varie consideravelmente de uma para outra,  são também uma boa fonte de magnésio e tiamina. Isto levou alguns analistas a recomendarem o consumo de castanhas-do-pará como uma medida preventiva para várias doenças..
O chá da casca da castanheira-do-Pará  é usado na Amazônia para tratamento do fígado, e a infusão de suas sementes para problemas estomacais e seu óleo é usado como umidificador da pele.
Por fazer tão bem a saúde,  crie esse hábito, cama  uma  castanha do Pará diariamente, mas cuidado ela deve estar balanceada no seu plano alimentar, pois apesar de todos os seus benefícios, é muito calórica.

OBS- Ela também  é excelente para quem malha e quer ganhar massa muscular.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Mel - Alimento com grandes propriedades funcionais.


O mel se aplica como alimento funcional, pois tem sido utilizado desde a antiguidade como parte da medicina tradicional devido sua ação antibacteriana, antioxidante, antitumoral, anti-inflamatória e antiviral.  Produzido pelas abelhas, o mel é um alimento de alto teor energético de alta qualidade. Riquíssimo em elementos nutritivos é o único alimento completo que não apodrece.
As atividades biológicas do mel são atribuídas principalmente aos compostos fenólicos, a maioria desses compostos está na forma de flavonoides, que tem se destacado como componente funcional, pois exibem ampla gama de atividades biológicas, incluindo além das atividades acima citadas,  antialérgica  e ação vasodilatadora entre outras. Além disso, os flavonoides inibem peroxidação lipídica, agregação plaquetária, permeabilidade e fragilidade capilar, e a atividade de sistemas enzimáticos incluindo ciclo-oxigenase e lipoxigenase.
A ação do mel, sobre a longevidade humana, se deve não só à sua alta ação energética, mas especialmente às enzimas, vitaminas e a presença de elementos químicos, importantes para o bom funcionamento do organismo humano, ele possui a maioria dos elementos minerais essenciais para o organismo humano, especialmente os oligo-minerais (ex. selênio, manganês, zinco, cromo, alumínio), além de proteger o fígado, promovendo a regeneração de suas células e prevenindo a formação do fígado gorduroso, fortalece o sistema nervoso, ajuda a desintoxicar, facilita a digestão, é um excelente antisséptico e  também tem propriedades de laxante suave e é muito eficaz no tratamento das doenças respiratórias ajudando na expectoração da gripe, asma, amigdalite e bronquite.
A ingestão de mel permite uma alimentação imediata e intensiva de todo o sistema muscular, especialmente os músculos do coração, através da glicose invertida. Por outro lado, a frutose, o açúcar das frutas, existente em grande quantidade no mel, é armazenado no fígado na forma de glicogênio para ser utilizada quando o organismo precisar. Por isso é uma fonte energética muito importante para os atletas e para os idosos.
Motivos não faltam para o consumo diário em na alimentação, lembrando que apesar de todos os seus benefícios, ele é calórico e deve ser usado com moderação.
Saiba que somente o mel puro está sujeito à cristalização, dentro de um período de tempo variável, conforme o tipo de florada, época de colheita e principalmente da temperatura.
O mel não deve ser aquecido acima de 40o C, para não destruir suas enzimas. Quando desejar descristalizá-lo, deve-se colocá-lo em Banho Maria a 40°C (calor suportável quando se põe a mão dentro da água) e descristalizá-lo lentamente.
A diferença entre um mel e outro resulta fundamentalmente da quantidade e qualidade de plantas que florescem e produzem néctar.
Nos EUA, Europa e África, o consumo per capita pode chegar a 1kg por ano. No Brasil, não passa de 300g anuais.
Uma colher (chá) de açúcar fornece cerca de 40 calorias, enquanto a mesma medida de mel contém 25 calorias, além de ter um poder adoçante muito maior que o do açúcar.
OBS: apesar dos grandes benefícios, não são indicados para crianças com menos de 2 anos, mulheres grávidas e pessoas com doenças graves devem saber da procedência do mesmo.